Bento XVI
Joseph Ratzinger nasceu num Sábado de Aleluia em Marktl am Inn, na Baviera, em 16 de Abril de 1927, e foi baptizado no mesmo dia. Filho de um agente da polícia, Ratzinger viajou por muitas cidades devido às intermináveis transferências impostas ao seu pai.
Em Dezembro de 1932, devido às críticas abertas do pai de Ratzinger contra os nazistas, a sua família foi obrigada a mudar-se para Auschau am Inn, nos alpes da Baviera. Cinco anos mais tarde, com a aposentação do pai, a família mudou-se de novo para Hufschlag, nos arredores da cidade de Traunstein (Baviera), onde o pequeno Ratzinger passou a maior parte da sua adolescência. Começou a estudar Latim e Grego ainda no ginásio. Em 1939, aos 12 anos, dá o primeiro passo para sua carreira eclesiástica e entra para o pequeno seminário de Traunstein.
Em 1947, Ratzinger entrou no Herzogliches Georgianum, Instituto Teológico associado à Universidade de Munique. Paralelamente, estudou filosofia e teologia na Universidade de Munique e na Escola Superior de Freising. No dia 29 de Junho de 1951, Ratzinger e o seu irmão mais velho foram ordenados padres pelo cardeal Faulhaber de Munique na Catedral de Freising, durante a festa de São Pedro e São Paulo. Aos 78 anos, como cardeal em Roma é eleito Papa, a 19 de Abril de 2005, para substituir João Paulo II, adoptando o nome de Bento XVI.
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Dirige-se pela televisao aos peregrinos congregados no Santuário de Guadalupe.
Bento XVI reivindicou os «direitos inalienáveis» da família ao encerrar neste domingo, com uma mensagem televisiva ao vivo, o VI Encontro Mundial das Famílias.
Escutaram as palavras do Papa os milhares de peregrinos que participaram da missa presidida por seu legado, o cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado, na explanada do Santuário da Virgem de Guadalupe.
O Papa, que havia seguido o evento pela televisão desde o palácio apostólico vaticano, reconheceu em sua mensagem dirigida em espanhol que «hoje mais que nunca se precisa do testemunho e do compromisso público de todos os batizados, para reafirmar a dignidade e o valor único e insubstituível da família fundada no matrimônio de um homem com uma mulher e aberto à vida, assim como o da vida humana em todas as suas etapas».
«É preciso promover medidas legislativas e administrativas que sustentem as famílias em seus direitos inalienáveis, necessários para levar adiante sua extraordinária missão», considerou o Santo Padre.
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